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domingo, 16 de agosto de 2015

Passeio Verde

Goiás comemorando o gol.
Crédito: Marcos Ribolli/Globoesporte.com
São Paulo 0x3 Goiás

O São Paulo não jogou bem e dentro de casa acabou sendo goleado pelo verdão, não o rival Palmeiras, mas o outro verdão, o Goiás, pelo placar de 3x0.

O tricolor vinha para  o jogo com problemas, Luiz Eduardo estava suspenso, Luís Fabiano estava com a unha encravada e o goleiro Rogério Cêni teve problema muscular. Para começar a partida, Osório fez um revezamento com a equipe, colocando inclusive Ganso no banco, e para piorar Breno deu lugar aos 8 minutos de jogo a Rafael Tolói, por conta de contusão.

O Goiás optava pelos contra ataques, e conseguiu, no primeiro deles, aos 26º minutos, em jogada de Erik para Felipe Menezes, Bruno abriu o placar no Moumbi, e para piorar, antes do término da primeira etapa, o Goiás ainda marcou o segundo gol com o atacante Erik.

Na segunda etapa, o São Paulo por pouco não marcou com o Argentino Centúrion, mas o goleiro do Goiás fez ótima defesa, e sem reação no restante do jogo, o tricolor sucumbiu, e assim o Goiás marcou o terceiro gol aos 31º minutos com gol de cabeça de Erik, para selar os 3x0 do Goiás na partida.

Peixe sem vencer fora de Casa

Atlético Paranaense 0x0 Santos

O Santos buscava a vitória contra o Atlético Paranaense fora de casa na Arena da Baixada, mas a vitória ficou para uma próxima rodada, isso porque o Santos empatou pelo placar de 0x0, e com esse empate continua sem vencer fora de casa neste Campeonato Brasileiro.
Wéverton comemora pênalti desperdiçado.
Crédito: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo/ Globoesporte

O primeiro tempo foi marcado por maior movimentação do Santos, mas quanto a lances perigosos, isso estava faltando no jogo, já que apenas aos 40º minutos da primeira etapa tivemos a primeira grande chance de gol, Geuvânio sofreu pênalti, na cobrança de Ricardo Oliveira, mais um pênalti desperdiçado pelo jogador, que perde o segundo seguido, já que o primeiro foi no jogo anterior contra o Vasco.


No segundo tempo o Atlético Paranaense por pouco não marcou com o atacante Walter de cabeça, mas o goleiro do Santos fez ótima defesa, em seguida, Ricardo Oliveira por pouco não marcou. Já o Atlético Paranaense, no finalzinho do jogo teve grande chance com Douglas Coutinho de cabeça, mas o goleiro do peixe defendeu.

Cerezo Osaka terá uma boa oportunidade para subir na Tabela

Ocupando a quarta colocação na J-League 2, com 45 pontos, o Cerezo Osaka terá uma boa oportunidade para subir na tabela de classificação nas próximas rodadas da competição. A equipe do atacante brasileiro Pablo enfrentará os três últimos colocados nas próximas três rodadas, sendo dois jogos diante do seu torcedor.

Para o atacante Pablo, essa será uma grande oportunidade para a sua equipe alcançar a segunda colocação, que dará acesso direto à elite do futebol japonês. “Os dois primeiros colocados sobem direto para a primeira divisão e os quatro seguintes brigam por mais uma vaga. Nosso objetivo é chegar entre os dois e temos uma sequência importante pela frente que poderá nos colocar numa condição privilegiada”, analisou.

O primeiro desafio será no próximo sábado (15), dentro de casa, contra o Gifu. Na sequência o Cerezo viaja para enfrentar o Oita Trinita. Depois disso, pausa para a estreia na Copa Imperador contra um adversário ainda indefinido. No retorno da Liga, no dia 12 de setembro, confronto contra o Tochigi, novamente em Osaka.

Adaptado ao estilo de jogo asiático, Pablo assumiu um papel fundamental na equipe após a saída do uruguaio Diego Forlán, e o do brasileiro naturalizado alemão, Cacau. “São jogadores que ainda fazem muita falta à nossa equipe, mas estou dando o meu máximo para tentar suprir de alguma forma essa ausências e ajudar a equipe na luta pelo acesso”.

Com cinco gols anotados no campeonato, Pablo é um dos jogadores mais queridos pela torcida do Cerezo Osaka. “Fico muito feliz com esse reconhecimento. Desde que cheguei fui tratado com muito carinho e com o tempo essa identificação só aumentou. Estou muito feliz no Japão e quero finalizar essa temporada com o objetivo alcançado, que é recolocar a equipe na elite do futebol japonês”, finalizou o brasileiro.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Oceania: Um continente em busca do Profissionalismo no Futebol

A Oceania é conhecida pelas belas praias, com águas cristalinas, e também pela Austrália e Nova Zelândia.

A Austrália no futebol não faz mais parte da OFC, Oceania Football Confederation, com o objetivo de se classificar para a Copa do Mundo, migrou para Confederação Asiática.
Poucos sabem, mas com a Austrália fazendo parte do futebol Asiático agora, a Oceania continua sendo assim, um continente amador no futebol, com o país mais estruturado e mais forte sendo a Nova Zelândia.

Existem outros países que vem se estruturando, como Fiji e Papua Nova Guiné. A Papua nos últimos anos contou com ajuda Brasileira, sendo treinada por Marcos Alves Grosche, entre 2004 e 2008.

Marcos em ação comandando a Seleção de Papua Nova Guiné.
Marcos está desde 1997 no futebol, com grande passagem pela Ásia, sendo o primeiro Brasileiro a trabalhar nas Ilhas Maldivas, chegou a Papua em 2004, graças a um amigo que enviou um e-mail ao presidente da federação de Papua, David Chung. Marcos desembarcou no país e achou o futebol em estado de várzea, tendo que reestruturar, criar uma liga local e  promover cursos para formação de treinadores.

Marcos ainda teve uma pequena passagem pelo Marist das Ilhas Salomão, e o Hekari United, de Papua em 2010.Como resultado do trabalho, Marcos revela que além de melhorar a estrutura do futebol, Papua teve jogadores exportados para o futebol da Austrália e da Nova Zelândia, além de técnicos melhor capacitados e a ida do Hekari United para o Mundial de Clubes da FIFA em 2010.

1-Marcos, como recebeu a proposta para trabalhar em Papua Nova Guiné?
Eu estava no Guaçuano para disputar a 4º divisão de São Paulo e um amigo da Austrália me indicou para o presidente da Federação de Papua Nova Guiné. Ele me mandou um e-mail com as condições e aceitei, até porque era um desafio e tanto.

2-Quando aceitou o desafio, você já conhecia o futebol da Oceania?
 Só conhecia alguma coisa do futebol Australiano, que beirava o amadorismo. 


3-Marcos, o futebol da Oceania, e você trabalhou entre 2005 e 2008. O contrato que você possuía era com a Federação de Futebol da Oceania, ou um acordo entre Brasil e Papua?

Não tinha acordo Brasil-Papua. Eles não tinham nenhum contato com a CBF.  

4-Quando chegou a Papua Nova Guiné, qual era a o estado do futebol e como era o país?
Era uma verdadeira bagunça, uma várzea mal organizada, o presidente David Chung (Malásia), residente em Papua com negócios na região, começou a colocar ordem na casa, restaurou os campos de futebol, organizou melhor o campeonato amador e fez o plano quadrienal para a semi profissionalização do futebol e do campeonato. Quanto ao país, é muito pobre, e a desigualdade social é enorme, eu achei muito parecido a África. 

5- Como foi à filosofia de trabalho implantada em Papua Nova Guiné, e o s resultados com jogadores, equipes e seleção?

A filosofia era a mais profissional possível, mas obviamente que não foi fácil, o povo da costa é mais preguiçoso, os das montanhas mais trabalhadores, eram disciplinados comigo, mas após os treinos iam beber, aliás, o alcoolismo é um problema social, as equipes se organizaram bem, a companhia aérea Air New Guinea levava as equipes de um estado a outro em acordo com a federação, o secretario geral da federação era muito detalhista e um grande "CEO", acredito que a filosofia tanto do presidente, das federações locais e dos clubes, aliados as metas da Oceania Football Confederation, contribuíam para o futebol de papua ser um dos mais organizados da Oceania, junto as Ilhas Fiji.

6-Você saiu devido à proposta da Suécia? 
Eu sai porque tinha a propostas da Índia, Síria e Suécia, resolvi em comum acordo com o presidente, que era hora de ir embora e que meu trabalho já estava feito,deixando para outro tudo organizado e sem as dificuldades do inicio. 

7-Por que mesmo com investimento da Fifa, o futebol da Oceania continua amador?
Em alguns países o dinheiro é bem investido, como foi na Austrália, Nova Zelândia, Ilhas Fiji e Papua, em outros, esse dinheiro ia para o bolso dos dirigentes.

8-Além de você e Airton Andrioli nas Ilhas Salomão houve outros Brasileiros na Oceania? 
Conheci o Aírton em Auckland, ele é um carioca residente na Austrália e na época treinava as Ilhas Salomão.
Ele vivia reclamando de salários atrasados (risos), e não tinham outros treinadores Brasileiros.

9-Você ainda recebe convite para trabalhar na Oceania? Quais?
Mantenho contato com eles, mas não recebi convites para voltar. 

10-O que falta para a Nova Zelândia tornar o futebol profissional, e além dela, estamos com grande evolução em Fiji, você acredita que sejam as próximas duas nações a tornar o futebol profissional?
A Nova Zelândia é muito bem organizada, mas seu futebol é pequeno, seus estádios são pequenos, só uns dois são grandes e são usados para o Rúgbi e eventualmente para grandes partidas de futebol.  Eles não investem muito dinheiro no futebol e preferem assim, as Ilhas Fiji, é uma filial da "Índia", pois o que mais tem é Indiano, com todos os clubes sendo mantidos por Indianos e organizando bem seus campeonatos, mas falta dinheiro para profissionalizar melhor o futebol e isso geraria muitos custos que eles não querem. 

11- Você esteve em grupo de estudos e seminários do futebol em parceria da Uefa com a Oceania. Como eram realizados esses estudos, e o que pode acrescentar em nível para o futebol da Oceania?
Eram palestras entre diretores técnicos de todos os países da Oceania, organizados pelo diretor técnico da Oceania Football Confederation, mostrando as metas a serem atingidas ano a ano, cursos para formação de novos treinadores dos países da Oceania e vinham instrutores da Uefa para troca de  experiências. A FIFA também organizava seminários, tendo hoje o nível técnico dos países da Oceania  muito alto, e esta mais profissional.
Tudo isso foi muito enriquecedor para meu currículo, o que muitos falam hoje no Brasil, eu já fazia há anos atrás por lá. 

12-Marcos você viajou por todos os países da Oceania, conheceu o futebol e tem histórias inusitadas para contar. Gostaria que falasse a respeito das regiões mais desconhecidas como Tonga, Samoa Americana e Tuvalu, e qual o país que possui o futebol mais aproximado com o Brasileiro?
Tuvalu fui passear e acabei conhecendo seu futebol, eles gostam de brincar e nada mais, Samoa Americana , estive e conheci seu treinador, na época um Inglês muito legal, dizendo que estava aproveitando sua aposentadoria ensinando gente grande a jogar futebol.  Em Tonga, conheci todo mundo, inclusive os transgêneros  que lá é normal, muito antes dos Ocidentais ficarem debatendo essa questão.  Quanto ao futebol, todos são gordos e gostam mesmo é de Rúgbi e comida farta (risos).
Em Samoa, a outra, a presidente da Federação era mulher e seu marido o Vice, ela me chamou para dançar e me disse que eu seria o marido dela naquela noite (risos), imagine que noite (risos). 


Sandro curte artilharia no Kedah e destaca sucesso da equipe na Malásia

São pouco mais de quatro meses na Malásia, tempo suficiente para o meia Sandro mostrar por que merecia ser contratado pelo Kedah. Os números não mentem, em 15 jogos são 11 vitórias e quatro empates. O jogador não sabe o que é sair de campo derrotado.

Além do ótimo retrospecto, Sandro soma cinco gols e duas assistências pela equipe, o atleta é um dos artilheiros do time. Na última rodada, quando o Kedah derrotou em casa o Kuala Lumpur por 3 a 0 pelo campeonato nacional, o meio-campo foi decisivo marcando o segundo gol da partida. “Me sinto muito feliz com o atual momento, poder ajudar o clube é uma grande satisfação e, marcando gols então, é sensacional. Mas, acima de tudo, o mais importante é a vitória do time, independente de quem faça gol”, destacou o experiente jogador.


Com a grande sequência de bons resultados, o clube chegou aos 39 pontos e assumiu a liderança, abrindo dois de vantagem para o vice-líder. Para o atleta, o sucesso da equipe é fruto de diversos fatores. “O excelente momento do time não é por acaso, estamos muito bem fisicamente, sobressaindo sobre os adversários. Adotamos um outro estilo de jogo com as contratações feitas que vem dando muito certo. O grupo está focado e comprometido, além disso, a confiança aumenta a cada jogo, fruto do trabalho que vem sendo realizado”, concluiu.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Campeonato Brasileiro

Avaí 1x0 Fluminense
Santos 3x0 Coritiba
Vasco 0x0 Joinville
Atlético Paranaense 1x1 Sport
São Paulo 1x1 Corinthians
Cruzeiro 2x1 Palmeiras
Ponte Preta 1x0 Flamengo
Goiás 0x0 Atlético Mineiro
Grêmio 5x0 Internacional
Chapecoense 2x2 Figueirense

Classificação:
1º Atlético Mineiro-36 pontos
2º Corinthians-34 pontos
3º Grêmio- 30 pontos
4º Fluminense-30 pontos
5º Sport-30 pontos
6º Atlético Paranaense-29 pontos
7º Palmeiras-28 pontos
8º São Paulo- 28 pontos
9º Chapecoense-24 pontos
10º Ponte Preta-22 pontos
11º Cruzeiro-21 pontos
12º Internacional-21 pontos
13º Flamengo-20 pontos
14º Santos-20 pontos
15º Figueirense- 20 pontos
16º Avaí-20 pontos
17º Goiás-15 pontos
18º Joinville-13 pontos
19º Vasco-13 pontos

20º Coritiba-12 pontos

domingo, 9 de agosto de 2015

Clássico Termina no Empate

São Paulo 1x1 Corinthians
No clássico paulista ficamos apenas no empate, resultado ruim para duas equipes, já que o Corinthians busca o primeiro lugar, e o São Paulo busca a vaga na Libertadores.

Luís Fabiano marca o gol de empate.
Crédito: Marcos Ribolli-Globoesporte.com
O Corinthians deu sorte que graças ao empate do Atlético Mineiro não perdeu tanto na diferença de pontos, mas o São Paulo perdeu a oportunidade de subir, principalmente que criou mais oportunidades ao longo do jogo, já que durante os primeiros minutos, acertou uma bola na trave com Centúrion e depois marcou um gol com Paulo Henrique Ganso, mas estava impedido, e foi nestes minutos depois que o Corinthians abriu o placar em jogada de Uendel para Luciano marcar, lembrando que Tite colocou Vagner Love no banco de reservas e Luciano de titular, a mudança pareceu dar certo.

O segundo tempo começou, Osório mexeu na equipe colocando Wesley e Auro, e as coisas pareceram mudar, isso porque após Luís Fabiano acertar duas bolas na trave na primeira etapa, Wesley chutou, o goleiro Cássio espalmou dentro da área, e Luís Fabiano não perdoou e marcou o gol de empate.


Com a expulsão do zagueiro Felipe do Corinthians, o São Paulo apertou e por pouco não virou a partida, mas acabou ficando no empate por 1x1, e bastou reclamar o chute de Wendel, em que o lateral Corintiano defendeu com o braço, e o juiz gaúcho não marcou pênalti.